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Written by geo1000

Junho 6, 2011 at 12:54 am

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Origens dos conflitos no continente africano

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Conferência de Berlim

Mapa de África Colonial em 1913.

██ Bélgica

██ França

██ Alemanha

██ Grã-Bretanha

██ Itália

██ Portugal

██ Espanha

██ Estados independentes

“… O Congresso de Berlim realizado entre 19 de Novembro de 1884 e 26 de fevereiro de 1885 teve como objetivo organizar, na forma de regras, a ocupação de África pelas potências coloniais e resultou numa divisão que não respeitou, nem a história, nem as relações étnicas e mesmo familiares dos povos do Continente.

No congresso, que foi proposto por Portugal e organizado pelo Chanceler Otto von Bismarck da Alemanha — país anfitrião, que não possuía colônias na África, mas tinha esse desejo e viu-o satisfeito, passando a administrar o “Sudoeste Africano” (atual Namíbia) e o Tanganhica — participaram ainda a Grã-Bretanha, França, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Estados Unidos da América, Suécia, Áustria-Hungria, Império Otomano.

Os Estados Unidos possuíam uma colônia na África, a Libéria, só que muito tarde, mas eram uma potência em ascensão e tinham passado recentemente por uma guerra civil (18611865) relacionada com a abolição da escravatura naquele país; a Grã-Bretanha tinha-a abolido no seu império em 1834. A Turquia também não possuía colônias na África, mas era o centro do Império Otomano, com interesses no norte de África. Os restantes países europeus que não foram “contemplados” na partilha de África, também eram potências comerciais ou industriais, com interesses indiretos naquele continente.

Num momento desta conferência, Portugal apresentou um projeto, o famoso Mapa cor-de-rosa, que consistia em ligar Angola a Moçambique para haver uma comunicação entre as duas colônias, facilitando o comércio e o transporte de mercadorias. Sucedeu que, apesar de todos concordarem com o projeto, a Inglaterra, à margem do Tratado de Windsor, surpreendeu com a negação face ao projeto e fez um ultimato, conhecido como Ultimato britânico de 1890, ameaçando guerra se Portugal não acabasse com o projeto. Portugal, com medo de uma crise, não criou guerra com Inglaterra e todo o projeto foi-se abaixo.

Como resultado desta conferência, a Grã-Bretanha passou a administrar toda a África Austral, com exceção das colônias portuguesas de Angola e Moçambique e o Sudoeste Africano, toda a África Oriental, com exceção do Tanzânia e partilhou a costa ocidental e o norte com a França, a Espanha e Portugal (Guiné-Bissau e Cabo Verde); o Congo – que estava no centro da disputa, o próprio nome da Conferência em alemão é “Conferência do Congo” – continuou como “propriedade” da Associação Internacional do Congo, cujo principal acionista era o rei Leopoldo II da Bélgica; este país passou ainda a administrar os pequenos reinos das montanhas a leste, o Ruanda e o Burundi…”

IMPERIALISMO

“… Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou sobre uma ou várias regiões geográficas. O imperialismo contemporâneo pode ser também denominado como neocolonialismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos XV e XIX, o colonialismo. Esta prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no início do século XX.

O conceito de imperialismo moderno

No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia desenvolvida a partir da II Revolução Industrial aumentou ainda mais a produção, o que gerou uma grande necessidade de mercado consumidor para esses produtos e uma nova corrida por matérias primas. A concepção de neo-imperialismo foi realizada por economistas ingleses e franceses no início do século XIX. Este conceito constituiu-se em duas características fundamentais: o investimento de capital externo e a propriedade econômica monopolista. “Um país imperialista era um país que dominava economicamente o outro”, e desse modo a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, assim como a “absorção” dos países dominados pelos monopólios, mão-de-obra barata e abundante e mercados consumidores, levavam ao ciclo do novo colonialismo, que é o produto da expansão constante do imperialismo.

Os países imperialistas dominaram muitos povos de várias partes do planeta, em especial dos continentes africano e asiático. Porém, a maior parte dos capitalistas e da população desses países se sobrepunha tendo como afirmativa que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso. Dessa forma, tinham 3 visões explicativas: o etnocentrismo, baseado na idéia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos, indígenas e africanos, exemplos clássicos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução duma forma errônea, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural.

Assim, no final do século XIX e o começo do século XX, os países imperialistas se lançaram numa corrida pela conquista global, o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista…”

Para compreender todos as desgraças e infortúnios que acontecem no continete africano, não podemos deixar de citar os dois episódios acima citados: o imperialismo e a conferência de Berlim de 1885.

Com a finalidade de apaziguar a Alemanha, que se industrializava fortemente, as potências européias se reuniram em Berlim e simplesmente se debruçaram sobre o mapa do continete africano e o repartiram de acordo com seus interesses não respeitando os limites historicos e culturais desenvolvido ao longo dos seculo pelas nações africnas. As vezes uniam tribos rivais em um mesmo territorio. As vezes dividia tribos, que dominavam determinado território, ao meio, que com o processo de descolonização aumentou as tensões entre essas tribos rivais.

Além do mais os futuros Estados criados com o processo de descolonização não respeitava os limites historicos, sociais e culturais das nações africanas. Esses limtes foram impostos pelas nações imperialistas e portando os limites territoriais atendiam aos interesses dos colonizadores.

Esse movimento politco e econômico do século XIX, conhecido Imperialismo, vinha de econtro aos interesses das potências européias que estavam sedentas por matéria-prima e mercados consumidores, impulsionada pela demanda exigida pela II revolução industrial, na qual a Alemanha recém unificada foi um dos países protagonistas. Esses países viam o continente africano simplesmente como fonte desses recursos e prertanto queriam somente atender as suas necessidades não dando a mínima importancia para os resultados de suas politicas na região. Essa disputa imperialista só foi resolvida com o desfecho da II guerra nundial.

Portando todos os flagelos ocorridos no continete africanos é o resultado dos saques, roubos, exploração dos recursos naturais e humanos – não podemos esquecer do aniquilamento da força produtiva, de toda uma legião de trabalhadores que foram escravizados, e atualmente vitimados e assolados por doenças terríveis, como a Aids – provocados pela ganância de meia duzia de países e empresas.


Written by geo1000

Maio 25, 2011 at 12:08 am

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Apartheid na África do Sul.

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A prisão de Nelson mandela;
Mandela: do exílio à presidência;
As etnias sul-africanas;
Os colonizadores europeus: holandeses e ingleses;
As riquezas minerais.
A copa de 2010- A 1° no continente africano.

Written by geo1000

Maio 23, 2011 at 1:56 am

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Written by geo1000

Maio 13, 2011 at 10:39 pm

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